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Incubadoras: oportunidade para quem está começando

Para quem não conhece o conceito de incubadora, que surgiu na década de 30 em Stanford, uma incubadora consiste de um ambiente de suporte a criação de novos negócios ou da melhoria de negócios/produtos existentes.

No Brasil a primeira incubadora surgiu em 1984 em São Carlos, ParqTec, tendo a década subseqüente marcada por um crescimento discreto no número de incubadoras. Porém, a partir de 2000, o número vem crescendo de forma bastante acelerada...

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Emulador universal salva informação digital para futuras gerações


Um grupo de pesquisadores europeus começou um projeto ambicioso: eles estão construindo um emulador universal, um programa capaz de reconhecer e rodar todos os tipos de arquivos de computador já gerados até hoje.


O emulador universal reconhecerá os dados antigos nos computadores atuais e poderá ser facilmente atualizável para rodar nas novas arquiteturas de informática que ainda serão desenvolvidas no futuro.

O projeto foi batizado de Keep, a palavra em inglês para manter. O termo é também um acrônimo para Keeping Emulation Environments Portable - mantendo os ambientes de emulação portáveis.

O objetivo do Keep é garantir o acesso das futuras gerações a todos os arquivos digitais já produzidos e que serão produzidos doravante, incluindo arquivos de texto, som, imagens, multimídia, sites, bases de dados e videogames.

"As pessoas não pensam duas vezes ao salvar seus arquivos digitalmente - das fotos capturadas com o celular até arquivos com informações governamentais. Mas cada arquivo digital corre o risco de ser perdido, seja pela degradação da mídia, seja porque a tecnologia usada para lê-lo irá simplesmente deixar de existir"
diz a professora Janet Delve.

Um emulador universal pode ser a única opção para evitar essa perda de informações. Copiar todas os dados gerados para nas novas plataformas, à semelhança de escribas digitais modernos, é impraticável - calcula-se que em 2010 a informação digitalizada será equivalente a 18 milhões de vezes o conteúdo de todos os livros já escritos desde o início da civilização.

Além da dificuldade técnica, a simples cópia coloca riscos adicionais, tanto de erros nas cópias quanto de danos às mídias originais."A diferença com a emulação é que você está livre desses problemas. Cada vez que o hardware, o software, os sistemas operacionais ou qualquer outra coisa seja atualizada, a máquina Keep simplesmente emulará esta nova plataforma. Será um mecanismo à prova de futuro," diz Dan Pinchbeck, outro membro do grupo.

Os trabalhos do projeto Keep começaram em janeiro e deverão se estender até 2012.

Fonte : Inovação Tecnológica

Ferramenta mede impactos da inovação

Pesquisadora da área de Biossegurança da Embrapa Meio Ambiente, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária em Jaguariúna (SP), Katia de Jesus-Hitzschky desenvolveu um novo método que permite a avaliação dos impactos de inovações tecnológicas em diversas áreas do conhecimento. A ferramenta foi disponibilizada gratuitamente na internet.

Trata-se do software Inova-Tec, que fornece informações de acordo com critérios definidos em sete dimensões, entre as quais "ambiental", "social", "econômica" e "desenvolvimento institucional", nas quais os impactos da tecnologia podem ser percebidos e mensurados.

"O método apresenta 61 indicadores mais gerais, que são inseridos no contexto das sete dimensões, além de o avaliador poder utilizar indicadores mais representativos da tecnologia que será avaliada, possibilitado uma avaliação caso a caso", afirmou.

"Ele avalia o impacto real da introdução de uma tecnologia no mercado - como seu retorno financeiro, por exemplo - e também faz avaliações prospectivas de impactos potenciais", conta.

Com isso, o pesquisador tem a possibilidade de monitorar quais são os indicadores que podem causar problemas em seus modelos de negócio e, consequentemente, tomar medidas específicas e focadas em cada dimensão.

"Uma das vantagens do método é que ele avalia o cenário de mercado no qual a tecnologia será inserida, de modo a mostrar que ainda que as dimensões social e ambiental estejam favoráveis, por exemplo, a econômica pode estar mal avaliada e por isso precisa de ajustes para a redução de seus impactos", disse.

O estudo sobre os resultados obtidos e o software Inova-Tec estão disponíveis no site da Embrapa Meio Ambiente.

FONTE : PROTEC
Através da Agência Fapesp

Artigo sobre o software Inova-Tec :


"Empreste" seu Computador para Projetos Científicos


Mesmo acreditando que seu PC não chega nem perto de ser tão rápido quanto deveria, saiba que ele pode, sim, ser considerado um supercomputador - ou pelo menos parte disso.

Essa é a proposta dos sistemas de computação distribuída, também conhecidos como computação voluntária, que utilizam a capacidade de milhares de máquinas ociosas espalhadas pelo mundo para processar grandes quantidades de informação. Quando combinada, a capacidade de processamento de computadores pessoais pode trazer resultados impressionantes.

O projeto World Community Grid, por exemplo, já registrou mais de 1 milhão de computadores que realizaram, nos últimos quatro anos, o equivalente a 188 mil anos de processamento de dados em diversas áreas.

“...Mesmo um supercomputador seria cerca de cem vezes mais lento do que o nosso sistema”, diz o Folding@home, que usa a capacidade de 350 mil processadores de voluntários.

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FONTE : G1

R$ 25,5 milhões para o projeto GIGA

O Projeto Giga consiste na implementação e uso de uma rede óptica experimental voltada para o desenvolvimento de tecnologias de rede óptica, aplicações e serviços de telecomunicação associados a tecnologia IP e banda larga.
Também prevê a transferência de tecnologia a empresas brasileiras.

A rede do Projeto Giga foi implementada em maio de 2004, com 735Km de extensão e capacidade de 2,5 Gbps, podendo chegar até 10Gbps. Abrangendo os municípios de Campinas, São Paulo, São José dos Campos, Cachoeira Paulista, Rio de Janeiro, Niterói e Petrópolis, a rede interconecta 17 universidades e centros de pesquisa do eixo Rio-São Paulo.

A FINEP aprovou, no último dia 10/02, para a segunda fase do projeto , que consiste na implementação e uso de uma rede óptica experimental voltada para o desenvolvimento de tecnologias de rede óptica, aplicações e serviços de telecomunicação associados a tecnologia IP e banda larga e a transferência de tecnologia a empresas brasileiras, R$ 25,5 milhões.


A tecnologia usada no Projeto Giga chama-se WDM (multiplexação óptica por comprimento de onda). Esta tecnologia associa sinais ópticos a diferentes freqüências de luz (comprimentos de onda ou lambdas), o que permite separar, dentro de um mesmo meio físico (a fibra óptica), canais diversos para tráfego de dados.

A direção executiva está a cargo da RNP e do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

Clique na imagem e conheça o CPqD

Subprojetos

O uso da rede se dará através de subprojetos de pesquisa e desenvolvimento em quatro áreas temáticas: redes ópticas; serviços experimentais de telecomunicações; protocolos e serviços de rede; e serviços e aplicações científicas. As duas primeiras áreas estão sob a responsabilidade do CPqD e as duas últimas, da RNP.

Os subprojetos selecionados pela RNP estão divulgados AQUI

FONTES : FINEP, CPqD, RNP


FINEP faz pesquisa de imagem


A FINEP está realizando uma ampla pesquisa de opinião sobre sua imagem e papel presente e futuro. A iniciativa faz parte do Plano de Gestão Estratégica atualmente em construção, iniciado no segundo semestre de 2008.

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – CGEE é o responsável pelo trabalho. O público consultado, composto por clientes atuais e potenciais, formadores de opinião e agentes do Sistema de CT&I, abrange mais de 23 mil nomes, selecionados a partir do cadastro disponível na empresa.

Os participantes receberão um e-mail com o remetente "Consulta CGEE@cgee.org.br" com instruções e um link para um formulário online.

O prazo para preenchimento é 25 de fevereiro.

FONTE: FINEP


Entenda a licença Creative Commons


Creative Commons (tradução literal: criação comum também conhecido pela sigla CC) pode denominar tanto um conjunto de licenças padronizadas para gestão aberta, livre e compartilhada de conteúdos e informação (copyleft), quanto a homônima organização sem fins lucrativos norte-americana que os redigiu e mantém a atualização e discussão a respeito delas.

As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Isso pode ser operacionalizado por meio de um sortimento de módulos standard de licenças, que resultam em licenças prontas para serem agregadas aos conteúdos que se deseje licenciar.

O projeto Creative Commons foi lançado oficialmente em 2001. Lawrence Lessig, professor da Universidade de Stanford, fundador e presidente da Creative Commons, começou a organização como um método adicional de conseguir os objetivos do seu caso no Supremo Tribunal
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Leia mais e assista um vídeo em português explicando "...de forma muito fácil e clara, o que é a licença Creative Commons, e quais seus objetivos. "


EAD cresce 270%


Por: Raquel Figueirôa e Micael Menaic

Em cinco anos, houve um aumento de 270% na procura por cursos não-presenciais (os chamados a distância). Os dados foram divulgados com base no Censo da Educação Superior, de 2006, do instituto de estudos do Ministério da Educação.

A educação a distância é uma modalidade de ensino que alunos interagem recebendo e compartilhando conhecimento com professores e instituições de ensino sem estarem necessariamente no mesmo espaço físico. Há, contudo, variações na forma e intensidade de interação. Mas é a educação a distância via internet, conhecida também como ensino on-line, que tem tornado a modalidade mais eficaz e atraente. Os bate-papos virtuais ou chats, contando inclusive com o uso de webcams, além dos fóruns de discussão, aproximam alunos e professores, dando rapidez e aumentando a interatividade a todos os envolvidos nesse processo.

Há, em todo o país, diversas iniciativas no escopo municipal, especialmente junto ao Governo Federal, para implantação de estrutura de acesso à Internet por parte das escolas públicas de ensino básico. Estruturam-se laboratórios de informática, conectados à Internet, que acabam sendo subutilizados para fins didáticos, pela falta de capacitação dos docentes no uso dos recursos da Internet nos seus respectivos processos de ensino. O processo educacional com viés de inclusão digital de docentes e discentes só ocorre quando se tem equipamentos de informática, conectividade com Internet e capacitação docente para uso dos recursos tecnológicos.

É comumente identificada uma situação delicada na relação entre alunos e professores de todos os níveis de ensino, com maior ênfase no nível básico do setor público, quando se trata de inclusão digital. Isso ocorre devido à familiaridade dos alunos com recursos tecnológicos (Internet especialmente) ser geralmente maior do que a percebida entre professores. Além de causar embaraço para o professor, que se vê numa situação de menor nível de inclusão digital do que alguns de seus alunos, há a perda da oportunidade de se potencializar o processo de ensino quando se tem condições adequadas para o professor fazer uso da Internet como ferramenta didática.

Os cursos por meio de um Ambiente Virtual são totalmente a distância, ou seja, sem nenhum encontro direto do aluno com o professor ou podem haver encontros presenciais entre alunos e professor (Tutor) com diversas freqüências: semanal, quinzenal, mensal, mas por meio de webcam ou chat. Tudo depende do formato e estrutura do curso definida previamente pela instituição. A interligação ou conexão entre os alunos e professores se dá por tecnologias, principalmente as de telecomunicação, como a internet, em especial, as hipermídias, mas também pode ser utilizada através dos correios, do rádio, da televisão, do vídeo, do CD-ROM, do telefone, do fax, do celular, entre outras tecnologias semelhantes.

Em Sergipe, as Universidades Tiradentes e Federal de Sergipe, além da Faculdade Tobias Barreto (FTB) e do SENAC, já iniciaram atividades por meio da modalidade à distância. A Unit e o Senac foram as pioneiras. A UFS e a FTB são mais recentes, mas nem por isso caminham de forma tímida para conquistar este mercado que cresce a passos largos ano a ano no país. Eles trabalham com Ambientes Virtuais de Aprendizagem para oferecer os seus cursos de extensão, graduação e pós-graduação a distância. A plataforma utilizada é o Moodle (sistema de gerenciamento de cursos para ajudar a educadores criarem comunidades de aprendizado à distância), uma das mais utilizadas no mundo, por ser bastante eficaz e colaborativa. O Moodle está sendo utilizado com um grande sucesso pela UFS, SENAC e Faculdade Tobias Barreto. A mais nova experiência no uso do ambiente está sendo realizada pelo Curso Auge (www.cursoauge.com.br), uma instituição de ensino que oferta cursos de Língua Portuguesa e Redação para concursos e vestibulares, localizada em Aracaju, e que passa a oferecer para todo o país, por meio do E-learning (Ensino a Distância).

Para o professor, Mestre em Educação, Fábio Figueirôa, responsável pela criação do Núcleo de Ensino a Distância da Faculdade Tobias Barreto e do Curso Auge, tal modalidade de ensino está cada vez mais conquistando o seu espaço frente a uma sociedade brasileira carente de informação e conhecimento. “Com as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, o aluno não se sente mais tão distante assim dos colegas e do professor. Os cursos on-line, na sua grande maioria, estão disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem, onde o aluno participa de fóruns, chats, comunica-se com o tutor e assiste aos vídeos”, diz.

O professor Figueirôa explica que toda a iniciativa ocorre com um investimento mínimo em capacitação docente, consultoria técnico-pedagógica e estruturação tecnológica; sendo necessária, basicamente, estrutura de informática conectada à Internet e acessível para os professores. Todos os softwares utilizados são livres de licenças ou baseados em serviços web gratuitos disponíveis na Internet. Além disso, todos os conteúdos a serem utilizados pelos professores são de uso público, baseados na web, ou gerados pelos próprios professores, uma vez tendo o domínio sobre o ferramental que propicia a autoria própria.

Contato : Prof. Fábio Figueirôa - (79) 8102 0909 ou f.jor@hotmail.com

Gerador Automático de Artigos

Você conhece o SciGen? Automatic CS Paper Generator...

É um software desenvolvido no MIT, sob licença GPL, para geração automática de artigos científicos.

É fantástico: você dá a ele os nomes dos autores, e ele gera o texto, gráficos, referências bibliográficas... tudo abobrinha, texto aleatório, sem nenhum sentido, mas gramaticalmente correto, e perfeitamente formatado. Há uma demonstração online, vale a pena conferir.

Artigos gerados pelo SciGen já foram aceitos em várias conferências e agora, finalmente... foi aceito em uma conferência do IEEE !!!

Saiba Mais...


Combata o Desperdício de Energia Elétrica com Ferramenta Freeware

O Mark IV Plus é uma ferramenta para diagnóstico e gestão energética no qual o usuário fornece informações sobre a sua instalação.

O software, freeware, desenvolvido pelo PROCEL, Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, analisa os dados, fornecendo um relatório com o consumo de energia e medidas de conservação a serem tomadas.

O Mark IV apresenta os seguintes módulos de análise: Análise de Contas de Energia, Análise Econômica, Ar Condicionado Central, Ar Condicionado de Janela, Caldeiras, Cogeração, Condensadores a Água, Fornos e Estufas, Iluminação, Motores, Quadros de Distribuição, Refrigeração, Transformadores e Tubulações.

Podendo ser usado tanto por consumidores residenciais , como industriais, comércio e serviços, a ferramenta é de grande valia quando falamos de novos parâmetros incorporados à cidadania e a redução de impactos ambientais: sem citarmos o caráter econômico.

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